sexta-feira, 13 de abril de 2018


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Nos últimos tempos, um dos livros que li foi o livro "Bicicleta à chuva" da autora Margarida Fonseca Santos. Quando vi o livro na Biblioteca Escolar, achei- o interessante devido à bela ilustração da sua capa. 
O livro conta a história de dois rapazes, Jaime e Valdomiro, que vivem num bairro um pouco problemático, sendo a zona onde vive Valdomiro (norte) a mais problemática. Jaime é um rapaz um pouco "forte" e com jeito para o desenho, Valdomiro é o líder de uma espécie de gangue, os Alcaides, e tem uma vida que ninguém gostaria de ter, especialmente em casa. Por vezes descarrega a sua frustração/ raiva em Jaime. 
Durante a leitura do livro, a personagem principal/ narrador (quem está a contar a história) alterna entre os dois rapazes. "Bicicleta à chuva" é uma história sobre bullying, coragem e amizade. 
Concluindo, recomendo a leitura deste livro a alunos, professores e a jovens em geral, pois é uma história muito bem escrita e muito verídica. 

Rui Faria

A família que não cabia dentro de casa






Li este livro " A família que não cabia dentro de casa" de Alexandre Honrado para uma oficina de oralidade da disciplina de português. Eu achei-o muito interessante, pois narra a história de uma menina do sétimo ano que se chama Maria Ana. 
Maria Ana era uma menina curiosa e aventureira que como todos nós tem os seus problemas familiares. Contudo devo dizer que os seus problemas familiares são um pouco diferentes do normal. Dá-se início à história quando a avó materna de Maria Ana parte uma perna a fazer ski e terá de vir viver para a sua casa durante alguns tempos. 
É uma história muito engraçada, visto que no final ela fica a viver com a sua pior inimiga da escola e com gente que não conhecia. Gostei imenso também porque  ela está constantemente a repetir que acontecem coisas estranhas na sua casa. 
Para finalizar recomendo a sua leitura, pois ela te proporcionará uma viagem incrível na tua imaginação.  

Ana Filipa Batista Gomes

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018


   Gostei muito da obra, porque é um livro muito expressivo, pois as suas descrições fazem com que o leitor se sinta naqueles locais, que veja os objetos e as personagens. Esta obra faz muito uso dos recursos expressivos tornando-a excecional. É por estas e outras razões que eu gostei da obra.
   Gostei muito do anão, porque ao início ele é um pouco teimoso e desconfiado, mas depois da sua conversa com a personagem principal ele começa a confiar nela e explica-lhe mais sobre a sua espécie.
   Através desta leitura consegui retirar uma grande lição: não precisamos de muito dinheiro ou de muitas posses para sermos felizes.

   Rúben Costa - 6.ºA

   O livro fez-me refletir sobre a ganância humana e a forma como as pessoas que nos rodeiam alteram o seu comportamento para connosco devido à mesma. Fala-nos ainda sobre a importância da nossa vida e da família, de ir em busca dos nossos sonhos e das diferenças sociais e raciais.
   No início da leitura achei o livro entediante, contudo, conforme ia lendo e me envolvia na história consegui colocar-me na posição de cada uma das personagens: Kino, que apesar de se ter deixado iludir com o que a pérola lhe poderia proporcionar, só queria que o seu filho tivesse mais oportunidades e pudesse conhecer o mundo; Juana, que continuou ao lado do marido mesmo estando muitas vezes contra o que ele decidia, e, por fim, as pessoas que lhes queriam fazer mal que, cegas pela ganância e pela inveja, acabando mesmo por matar o pequeno Coyotito.
   Para mim, "A Pérola" simboliza a busca do poder e a sobrevalorização dos bens materiais da nossa sociedade.
   De um modo geral, esta é uma obra que nos faz pensar e que através da metáfora da pérola pode mesmo representar a ganância e a materialização da nossa sociedade atual.

   Inês Gonçalves - 8.ºC
   Esta história fala de um grande amor, é uma história que não acaba bem como nos contos de fadas.
   Também gostei de ler esta história porque Hans Christian Andersen, quando a escreveu, baseou-se na vida dos pais, pois tornou a vida deles num livro.
   A personagem que mais me agradou foi o soldadinho de chumbo, porque foi corajoso, porque tentou lutar pelo seu verdadeiro amor e porque caminhou sempre em frente de cabeça erguida.
   Eu também gostava de ser destemida como ele.
   Com esta história, pude perceber que podemos ser diferentes dos outros, podemos ter diferentes aspetos, mas isso não nos impede de gostar de alguém mesmo que não tenhamos uma perna como o soldadinho de chumbo.

Mariana Carneiro - C4

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Eu gostei imenso da obra Nero Corleone,  pois fala-nos de animais fofinhos. Este livro agradou-me, abriu-me a imaginação, deu vida à minha alma.
O livro fala-nos de alguns gatos, os principais são a Rosa e o Nero  que  são muito engraçados e traquinas. Aproveitam a sua fofura para controlar as pessoas. São também trapalhões, principalmente a Rosa.
Por estas razões eu recomendo a leitura da obra a todos, principalmente às crianças mais novas. Esta história é capaz de vos animar.


Alexandre Monteiro - 5º B 
A obra  “ A Viúva e o Papagaio” é um livro que eu recomendo a qualquer pessoa.
Acho que é um livro  onde se apresentam vários momentos de felicidade mas também momentos de grande sacrifício. A viúva encara o papagaio de forma extraordinária, quando o vê e aí começa uma grande amizade e cumplicidade.
Eu gosto muito deste livro também por uma outra razão, apesar de alguma tristeza dá-nos grandes lições de vida, que nunca esqueceremos.
Por estas e por outras razões recomendo a leitura da obra. Vão ver que vão gostar.


Alice Loureiro Gomes - 5º B

sábado, 11 de fevereiro de 2017


O conto O Fantasma de Canterville de Oscar Wilde passa-se fundamentalmente, numa mansão nos arredores da Vila de Ascot, no século XIX e é protagonizado por uma família americana. A esta pertencem Mr. Otis e a esposa, Washington, Vírginia e os filhos gémeos que acabam de se mudar para uma casa, alegadamente, assombrada.
A ação retrata a diferença entre as formas de pensar e ideais da sociedade americana, muito liberalista e cética, ilustrando os ideais republicanos americanos (a família Otis é exemplo disso) e a sociedade britânica, muito mais conservadora, apresentando a ideologia monárquica inglesa (a família Canterville ilustra isso).
Penso que este conto está muito bem escrito e apreciei a história, sendo que uma das razões para gostar dele é o facto de representar bem a distinção das duas sociedades tão próximas, mas ao mesmo tempo tão distantes.
Carolina Gomes, 9.º D

          Neste texto vou apresentar alguns aspetos importantes sobre a obra O Fantasma de Canterville escrito por Oscar Wilde.
Esta história passa-se principalmente no Castelo de Canterville, no século XIX e as personagens mais ativas na ação são o fantasma, Lorde Canterville, Mr. Otis, Mrs. Otis e os seus quatro filhos.
Esta obra fala sobre um fantasma que assombrava o castelo de Canterville há três séculos mas perdeu a sua forma quando o castelo teve um novo proprietário. Isto aconteceu pois o antigo proprietário era britânico, ou seja, provinha de uma cultura mais religiosa que acreditava em fantasmas. Mr. Otis era americano, mais prático e decidido, logo não tinha medo.
        Gostei muito do conto, pois descreve a realidade de dois países de língua inglesa. Recomendo a leitura porque é de fácil interpretação e causa um pouco de suspense.
Pedro Raimundo, 9.º D

           
Esta obra, intitulada” O Fantasma de Canterville”, foi escrita por Oscar Wilde.
A ação passa-se no século XIX, no castelo de Canterville e algumas das personagens são Mister Otis, sua mulher, seus filhos e o velho fantasma.
        O assunto da obra anda à volta da venda do castelo de Canterville a uma família americana, de mentalidade moderna, pelos antigos donos, uma família inglesa muito conservadora e antiga, mas, também das misteriosas aparições do fantasma, que nada assustava aquela família.
        Esse fantasma não gostava daquela família por estes serem demasiado materialistas excetuando Virgínia.
        De modo geral recomendo este conto, porque retrata duas realidades diferentes do século XIX e pelo modo curioso como foi escrito o que me despertou bastante interesse.
Rui Pedro Fernandes Coelho,9.º D

        “O Fantasma de Canterville”,de  Oscar Wilde, ocorre no castelo de Canterville no século XIX, sendo a família Otis, constituída pelo senhor e senhora Otis e os seus quatro filhos, e o fantasma Sir Simon umas das personagens.
O conto fala de quando essa família se muda para o castelo, e passa a conviver com o fantasma, que os tenta assustar. Enquanto que os Canterville são ingleses e aristocratas, os Otis são americanos  e bastante republicanos, sendo que não se deixam assombrar pelo sobrenatural.
        Em geral, gostei do conto pois ele era divertido e, ao mesmo tempo ensina-nos como o amor ultrapassa tudo o resto.

         Eva Sofia Sampaio da Cunha, 9.ºE




A Pérola é uma obra literária que retrata muito bem as diferentes classes sociais da sociedade atual e, como são importantes para as pessoas conseguirem oportunidades na vida e para estas serem tratadas dignamente.
Nesta história, constatei que o médico e algumas pessoas mais ricas tratavam Kino e todos os pobres de maneira bruta, covarde e humilhante. Reparei também que, quando Kino encontrou a pérola, todos, incluindo o médico, passaram a tratá-lo melhor.
Por tudo isto, concluí que o dinheiro abre muitas portas na vida e, por vezes, torna as pessoas corruptas, querendo sempre mais.

Francisco Silva, 8.º B

 Neste livro, as diferenças sociais entre ricos e pobres são várias vezes referidas em ocasiões como a tentativa de Kino se encontrar com o médico, em que por não ter como lhe pagar, Kino foi mandado embora.
Estas diferenças são também patentes nas habitações: enquanto os pescadores viviam em modestas cabanas, os moradores mais ricos viviam em casas de estuque.
A Pérola fala também no egoísmo e materialismo, pois mal a novidade de que Kino e Juana tinham ficado ricos chegou aos ouvidos do médico, ele ofereceu-se para ajudá-los, pois sabia que eles lhe poderiam pagar.


Nuno Luís Xavier Matos, 8.º B
              
A história de A Pérola, mesmo não sendo atual, representa o mundo civilizado em que vivemos, porque, infelizmente, ainda nos dias de hoje assistimos à discriminação aos mais pobres ou aos de outras raças e religiões.
Por um lado, o povo de Kino representa uma sociedade desfavorecida, que vive com pouco dinheiro, em lugares pobres e mal alimentados.
Por outro lado, os que vivem na cidade têm melhores condições, vestem-se bem, comem até se fartarem (é o caso do médico) e têm muito dinheiro. E, ao invés de ajudarem os que mais precisam, ajudam aqueles que sabem que têm a possibilidade de lhe pagar muito.

Mariana Soutelo, 8.º B

        


Como leitora, o que eu gostei mais nesta obra, O Guarda da Praia, foi a amizade que se criou entre a rapariga e o Dunas e  pelo facto de ser uma obra cativante  em que se lê um capítulo e apetece logo ler o seguinte para obter respostas a certas perguntas sobre a vida do Dunas. Apreciei também o pormenor interessante do rapaz ter medo do Velho da mata e ele ser o seu avô.
O que eu gostei menos foi o desaparecimento do Velho pois preferia que ele tivesse voltado para o lado de Sara e que não fosse viver para a América, já que ficou uma dúvida no ar: “Será que eles se voltarão a ver?”
Para concluir, apesar de não ter sido tudo como eu gostava, eu adorei este livro.

Carolina Baptista, 7.º B

O Guarda da Praia impressionou-me por ser um romance e o protagonista ter o mesmo nome que eu, que me levou a gostar mais dessa personagem.
Também gostei da ligação e do amor escondido entre as personagens e do desenvolvimento do texto, em que o leitor vai descobrindo a história na progressão da leitura, entendendo melhor o significado dos capítulos um após outro. Destaco com menção especial o primeiro e o último capítulos por serem realmente tocantes.
Nao gostei tanto que as duas personagens não se tivessem tornado oficialmente namorados no final. Eu acho que isso dava um bocadinho de temperatura à história.

Luís França, 7.º D

O que mais me impressionou na obra O Guarda da Praia foi por de falar sobre o amor entre Dunas e Concha, o carinho e a paixão que sentiam um pelo outro.  
Acho que o texto é magnífico, principalmente por tratar de um romance à beira-mar, com muita criatividade por parte da autora, Maria Teresa Gonzalez.
O único detalhe de que não gostei foi de Dunas ter ido viver para a América com o seu pai, em vez de ter ficado com a escritora. Mas compreendo, pois, afinal, eram pai e filho e todos devem seguir os seus sonhos.

Daniela Correia, 7.º C

Nesta obra o que mais me impressionou foi a ligação que Dunas e a narradora criaram. Eram duas pessoas que não se conheciam, mas que estavam intimamente ligadas  como se se pertencessem mutuamente.
Apesar de as suas vidas serem muito diferentes nada impediu que Dunas abrisse o seu coração para com ela e a deixasse entrar no seu “mundo”. A narradora, por sua vez, ganhou um amor a este menino quase de mãe o que me mostrou por mais difícil que a vida seja há sempre alguém que nos faça enfrentar os nossos medos e que esteja lá para nós. É, por isto é que neste livro a ligação deles me marcou.

Inês Gonçalves , 7.ºC

        Eu gostei muito do livro, porque a história era engraçada e os seus personagens também.
        Embora não gostasse muito do final, não vejo o porquê de não ler este livro.
        Havia partes divertidas, partes mais “chatas”, havia aqueles momentos em que nos apetecia saltar para o último capítulo para saber se eles tinham ficado juntos, se ela acabou o romance e se alguém tinha morrido.
        Eu acho que toda a gente da minha idade devia ler o livro porque é muito bom.


José Eduardo Santos, 7.ºE